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Ensino Religioso

Cartas Pastorais: A ideologia de gênero ressurge

 
 
Carta 1
Dom Mauro Montagnoli, CSS   
 

Bispo diocesano de Ilhéus

Prezados irmãos e irmãs, cristãos católicos e pessoas de boa vontade: Em nome de Jesus, quero me dirigir a todos os que se encontram de coração aberto para acolher uma palavra a respeito da tentativa de inserção da chamada “ideologia de gênero” no Plano Municipal de Educação (PME), a ser votado até o final de junho, em cada um dos nossos municípios. Na condição de Pastor, missão a mim confiada, exorto a todos os irmãos e irmãs na fé e pessoas de boa vontade em geral para que busquem, com empenho, se informar sobre a tramitação do assunto junto aos vereadores, representantes do povo, em suas respectivas cidades. Uma vez informados, manifestem a eles, de modo respeitoso e firme, a sua posição contrária a essa perigosíssima ideologia. 

A ideologia de gênero, varrida do Plano Nacional de Educação (PNE), no ano passado, não descansa em paz como algumas pessoas menos avisadas possam pensar. Ao contrário, “diabólica” como é – para usar as palavras do Papa Francisco –, ela visa agora entrar na vida de nossas crianças e adolescentes não mais pela esfera federal, mas sim, municipal: onde cada município fica responsável por implantar ou recusar esse sistema de ideias nefasto e antinatural em seu plano de ensino. Se isso se der em sua totalidade será a destruição do ser humano. 

Com efeito, a tese mestra da ideologia de gênero é a seguinte: o ser humano nasce com um sexo biológico definido (homem ou mulher), mas, além dele, existiria o sexo psicológico ou o gênero que poderia ser construído livremente pela sociedade na qual o indivíduo está inserido. Em outras palavras, esta ideologia defende que não existiria mais uma mulher ou um homem naturais, ao contrário, o ser humano nasceria sexualmente neutro, do ponto de vista psíquico, e assim, a sua constituição como homem ou mulher, seria social. 

Em seu discurso de 21/12/2012 à Cúria Romana, o Papa Bento XVI já lançava uma ampla advertência quanto ao uso do “termo ‘gênero’ como nova filosofia da sexualidade”. Dizia ele que “o homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria. De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: ‘Ele os criou homem e mulher’ (Gn 1,27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza”. Papa Bento abordou a ideologia de gênero outra vez, um mês mais tarde, em 19/01/2013, dizendo que “os Pastores da Igreja – a qual é ‘coluna e sustentáculo da verdade’ (1Tm 3,15) – têm o dever de alertar contra estas derivas tanto os fiéis católicos como qualquer pessoa de boa vontade e de razão reta”. 

Ao fiel católico leigo – demais cristãos e pessoas de boa vontade em geral – cabe colocar os mais próximos em alerta e, sobretudo, perguntar aos políticos profissionais que conhece (especialmente aos vereadores) qual é a postura deles sobre a ideologia de gênero. É importante que esses representantes do povo se posicionem ante a subversão dos planos do Criador.

Para conhecer melhor essa questão sugiro a leitura do artigo: Reflexões sobre a ideologia de gênero, do Cardeal Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro, publicado no site da CNBB, em 28/03/14. Afinal, diante de Deus, todos somos responsáveis – em maior ou menor grau – pela delicadíssima questão em foco. 

Peço, pois, que cada um daqueles a quem chegar esta minha comunicação, em consciência, diante de Deus e do próximo, com o direito que lhe assiste enquanto cristão, enquanto pessoa de bem e enquanto cidadão brasileiro, se empenhe no combate à ideologia de gênero de teor “diabólico”, como tem declarado o Papa Francisco. 

Que o Senhor Jesus cubra você e toda a sua família, de bênçãos e graças divinas.

 
Carta 2
 Declaração de Dom Luiz Mancilha Vilela sobre a Ideologia de Gênero 
 
Sinto-me no dever de alertar as famílias católicas, Educadores Católicos e Autoridades que professam a fé cristã católica para um grande e perigoso problema que vem tomando um lugar em nossa sociedade e que é de responsabilidade da família, do Educador e das Autoridades constituídas a serviço do Bem Comum. 
 
Não se trata de um problema originado em nossa terra, mas vem de países desenvolvidos, que se infiltrou na ONU, e que já prejudicam nossos irmãos que professam a mesma fé. 
 
Trata-se da “Ideologia de Gênero”. Que é isso? O que se entende por “Ideologia de Gênero”? 
Como muitas famílias não sabem bem o que é, não conseguem avaliar e se defender diante do perigo que este “veneno ideológico” pode causar no meio familiar, escolar e na boa convivência entre os cidadãos de bem. 
 
“Ideologia de Gênero” refere-se a “orientação sexual” que governos ateus e materialistas querem impor, através de lei, nos Planos Nacional, Estadual e Municipal de Educação, de uma maneira totalitária e perversa, que as Escolas sejam obrigadas, por lei, a impedir que as crianças aprendam que os seres humanos se dividem em dois gêneros: masculino e feminino. Querem impedir que a criança vá percebendo desde os mais tenros anos a diferença física natural que existe e assim é educada pelos pais com carinho como menina ou menino. 
 
Esta “ideologia de gênero” proíbe os professores e educadores, a tratarem as crianças das Creches e Escola infantis como menina ou menino, João ou Maria. São apenas crianças. Elas virão a saber de seu sexo quando estiverem mais amadurecidas. Absurdo! Esta ideologia desconstrói o que é nato e procura construir uma outra cultura assexuada na mente da pessoa, desmentindo o que a criança vê em si mesma e no outro. 
 
Ora, o ser humano é homem ou mulher! Negar essa realidade é uma mentira, uma inadequação entre a realidade que está à frente da pessoa e a sua mente que vê, percebe e sente! 
 
Essa mentalidade totalitária se vier a tornar-se lei terá consequências gravíssimas, a saber: 
01.Os pais que não concordarem com essa lei poderão ser criminalizados. É uma agressão à família! Esta Ideologia de Gênero destrói a família! Como a mãezinha poderá vestir sua filhinha com vestes lindas femininas ou na cor rosa se é proibido ressaltar a identidade sexual dela? Como a mãezinha poderá vestir o filhinho homem com vestes que o identifiquem como um homenzinho? 
 
02.Os educadores cristãos estarão impedidos e poderão ser criminalizados ao expressarem suas convicções cristãs em salas de aula nas escolas. 
 
03. Esta Ideologia não é nova; tem suas raízes em sistemas filosóficos sociais de séculos passados. Sorrateiramente querem impor ao nosso país, através de leis de cunho totalitário, a destruição de um verdadeiro espírito democrático e cristão. 
 
Portanto, recomendo aos presbíteros, diáconos, educadores católicos, aos políticos católicos e demais pessoas que prezam a liberdade social, intelectual e religiosa que estejam atentos! 
 
Cada um no exercício de suas responsabilidades na construção da sociedade, deve responder perante Deus que nos criou à sua Imagem e Semelhança para impedir que leis de cunho totalitário envenenem a nossa convivência de cidadãos que amam a paz e a ordem entre os povos e em nosso país. 
 
Escolas Católicas, estejam atentas e sejam fiéis ao Evangelho! Pais cristãos católicos não se deixem levar por esta “Ideologia de Gênero”! Olhem o tipo de imposição ideológica que está acontecendo além-mar! Se formos omissos esta catástrofe poderá cair sobre nossas famílias cristãs em pouco tempo. 
 
Deus abençoe a todos. 
 
Dom Luiz Mancilha Vilela, sscc